Assim como o autor menciona, aprender a contar de 1 a 10 passa a ser uma brincadeira que estimula a criatividade dos bebês por meio do olhar e interação verbal.
O Alfabeto do Cerrado é um convite para conhecermos um pouco sobre esse espaço de suma importância para a vida no planeta: o cerrado brasileiro. A paisagem e seus contrastes, as belezas do cerrado, as frutas com nomes tão sonoros, as nascentes de águas borbulhantes e os animais que frequentam os arredores da região, além das histórias e tradições dos povos que ali habitam são apresentados aos leitores, com sonoridade, ritmo e muito colorido, instigando a curiosidade de pequenos e grandes sobre esse bioma.
A garota vai adicionando ao seu chapéu várias coisas, como uma bruxa, um rato, um leão e até amor e solidão. As ilustrações vão acompanhando a imaginação da garota e adicionando desenhos de tudo que ela tem em seu chapéu. O livro termina com uma indagação para os pequenos leitores, “e o seu chapéu? Que histórias ele tem para contar?”, e isso é só o começo de tantas possibilidades que o livro tem a oferecer.
O diálogo acontece durante a festa de aniversário de Nana, momento em se que reúne toda a família. A neta, curiosa, olha para a avó e a observa um pouco triste, surpresa e preocupada, pergunta-lhe o motivo. Nana responde que pode parecer assim por causa de todas as linhas em seu rosto. Nana não se incomoda com as linhas em seu rosto, pelo contrário, gosta muito delas, pois são nelas que guarda as suas memórias, atribuindo significado e valor a cada marca. A menina, então, começa a perguntar à avó o que guarda em cada linha, e o enredo se desenvolve no diálogo entre avó e neta sobre as histórias do passado. Busca apresentar uma visão otimista sobre o envelhecimento, processo natural a todo ser humano.
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